Governo do Tocantins realiza atendimento com crianças e adolescentes das comunidades indígenas da Ilha do Bananal

Atendimentos são realizados no município de Santa Terezinha no estado do Mato Grosso

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Governo do Tocantins realiza atendimento com crianças e adolescentes das comunidades indígenas da Ilha do
Adultos indígenas também foram atendidos na Banca Itinerante - Foto: SSP/Governo do Tocantins


Com o objetivo de levar mais cidadania a todos os habitantes do Estado, o Governo do Tocantins, por meio da Segurança Pública (SSP), realiza na cidade de Santa Terezinha - MT, desde essa quinta-feira, 17, até sábado,19, emissão de documento de Carteira de Identidade (RG) das comunidades indígenas da Ilha do Bananal.

A iniciativa é de grande relevância, uma vez que as populações indígenas que vivem um pouco mais afastadas também precisam contar com esse importante documento que permite exercer a plena cidadania. Nesse sentido, uma equipe do Instituto de Identificação do Tocantins, que é vinculado à Polícia Científica do Estado, está instalada em uma escola da cidade de Santa Terezinha, pois o município está situado na divisa com o Tocantins e é mais próximo das aldeias indígenas tocantinenses.

"Conseguimos, em parceria com a Funai e com o município de Pium, realizar a ação para as crianças e jovens que ainda não tem RG, pois os hospitais solicitam o documento quando eles ficam doentes", frisou Josué Wykari Karajá, presidente da Associação da Comunidade Indígena Karajá Aldeia Macaúba.

Segundo a diretora do Instituto, Naídes César Silva, a iniciativa é de grande importância para as comunidades indígenas, pois o RG garante acesso a uma infinidade de serviços que vão desde atendimento médico, até matrículas em escolas, realização de viagens, dentre outros. “É com grande satisfação e alegria que as equipes do Instituto de Identificação estão realizando o atendimento das crianças e adolescentes indígenas, que vivem nas aldeias da Ilha do Bananal. Estamos possibilitando com que todos os atendimentos tenham pleno acesso à cidadania e possam reivindicar seus direitos sempre que precisarem”, frisou a diretora.


FONTE: Secom Tocantins
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