Regina Sousa debate sobre participação do Estado em evento sobre o câncer

Em conversa com o médico, professor e presidente do Instituto de Doenças do Sertão (IDS), Carlos Henrique Nery Costa, a governadora tratou sobre o OncoGene, um seminário de Oncogenética do Nordeste

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Regina Sousa debate sobre participação do Estado em evento sobre o câncer
Foto: Reprodução/Secom Piauí

A governadora Regina Sousa recebeu, na manhã desta segunda-feira (02), o médico, professor e presidente do Instituto de Doenças do Sertão (IDS), Carlos Henrique Nery Costa para discutir sobre o OncoGene, um seminário de Oncogenética do Nordeste que ocorre no sentido de encontrar soluções para melhorar o tratamento do câncer através do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é oferecer para a população, serviços de sequenciamento genético para diagnosticar possíveis problemas cancerígenos.

O evento será realizado de 19 a 21 de maio, de forma virtual com a presença de oncologistas, biologistas, enfermeiros, biomédicos, estudantes e profissionais da área da saúde. “Existe uma carência no SUS quanto ao tratamento do câncer, a medicina já avançou muito e através do sequenciamento genético podemos identificar as mutações que as pessoas têm nas células germinativas que dão origem ao câncer”, explicou o Carlos Henrique sobre a necessidade de mais investimentos nessa área.

Ainda segundo o médico, “em 2016 a Regina Sousa, quando era senadora, destinou uma verba de bancada para a Universidade Federal do Piauí (UFPI), no valor de R$ 200 mil reais. Com esse recurso conseguimos comprar a única máquina na época do Piauí de sequenciamento de DNA. E fizemos uma identificação completa de todo genoma do organismo causador da leishmaniose. Hoje estamos lutando para ampliar este tipo de pesquisa dentro do âmbito do câncer”, argumentou.

Regina Sousa debate sobre participação do Estado em evento sobre o câncer
Regina Sousa debate sobre participação do Estado em evento sobre o câncer
Foto: Reprodução/Secom Piauí

O aconselhamento genético é uma das formas mais eficazes para diagnosticar um paciente com maior predisposição para o desenvolvimento de neoplasias e pode contribuir para a adoção de estratégias que promovam a redução de riscos, terapias direcionadas e impacto em aumento de sobrevida dos pacientes.


FONTE: Secom Piauí
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