Técnicos da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED/MA) e do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC) estiveram reunidos, nesta semana, para elaboração do estudo de impacto da não retirada da vacinação contra febre aftosa no estado.
Baseados nos dados agropecuários fornecidos pela AGED/MA, a ideia é fazer um levantamento dos impactos, calculando os prejuízos com a manutenção da vacinação quer pelo custo direto da aquisição e aplicação da vacina, tanto quanto pelas perdas de carne na toalet de carcaça nos frigoríficos em virtude do manejo inadequado da administração do produto.
Um outro cálculo importante que os técnicos também discutiram foi de apontar o potencial ganho comercial que o Estado deverá obter com a retirada da vacina contra aftosa.